Notícia

15 mai Ação marca o Dia Mundial de Prevenção a Pré-Eclâmpsia

Mutirão acontece no dia 19/05, no Salão de Convenções do Real Hospital Português

            Doença grave, relacionada ao aumento da pressão arterial durante a gravidez, a pré-eclâmpsia afeta cerca de 10% das gestações em todo mundo. Principal causa de morte materna e infantil, além de causa comum de prematuridade, a eclampsia, se identificada cedo, pode ser acompanhada e segura. Visando aumentar a consciência sobre a doença, organizações de saúde em todo mundo comemoram, desde o ano passado, dia 22 de maio, o Dia Mundial da Pré-Eclâmpsia. O Real Hospital Português entra na campanha e, junto com a clínica Ultramater, realiza campanha de mutirão de exames obstétricos, coordenado pelo ultrassonografista de medicina fetal Pedro Pires, em gestantes da rede pública e do Ambulatório Maria Fernanda, sábado, dia 19/05, das 08 às 12h.

            Por ser tratar de uma doença que se instala de forma rápida e possível de acontecer em qualquer grávida durante a segunda metade da gestação ou até seis meses após o parto, identificar os sintomas cedo pode evitar as complicações. Os principais sintomas são: dor de cabeça forte que não desaparece com medicação; inchaço no rosto e mãos; ganho de peso de 1 quilo ou mais por semana; dificuldade para respirar ou se sentir ofegante; náusea ou vômito após os três primeiros meses de gestação; alterações na visão, como borramento, luzes piscando ou perda da visão; e, dor no abdome na região direita, próximo ao estômago. 

            Atualmente a prevenção pode ser feita através de rastreio de gestantes de risco com ultrassom Doppler no 3º mês, medição de pressão arterial e dados maternos. Então os cuidados em um pré-natal bem conduzido são essenciais.  Para ajudar as grávidas da rede pública e do Ambulatório Maria Fernanda, a Ultramater e o Real Hospital Português promovem, neste sábado, dia 19/05, mediante agendamento prévio, aferição de peso, altura, pressão e exame de ultrassom obstétrico com doppler das artérias uterinas. “Com esses dados coletados, será feito um escore para saber se é de alto ou baixo risco. As de alto risco serão encaminhadas para o ambulatório especializado onde será avaliado a necessidade de usar medicação profilática”, afirma o coordenador médico da campanha, Pedro Pires.  Quem tiver interesse em participar do mutirão ligue para o número 3221-1744 / 3416-1308.